O Crepúsculo de Edward Cullen

Os vampiros de Crepúsculo não queimam no sol.

Já estava mais do que na hora de eu escrever algo sobre a saga Crepúsculo. O galã imortal Edward Cullen chega para tentar desbancar grandes vilões da história dos caninos compridos como Lestat e Drácula, mas tropeça justamente na construção do personagem.

A história de amor de Crepúsculo pode ser contagiante para o público infanto-juvenil, mas é uma ofensa aos amantes das crendices vampirescas.

Discuto este e outros pontos da saga Crepúsculo em “Sobre vampiros e a luz do Sol“, crônica publicada hoje na coluna Panorama Cultural, seção de cultura do site Análise em Foco.

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4 Comments

  1. é o segundo texto malhando Crepúsculo que leio hoje. assista “Deixa Ela Entrar”, é um filme sueco fantástico sobre vampiros (tem completo no Youtube com legendas em espanhol).
    Beijo!

  2. gay, gay, gay.

    todo estruturado sobre clichês mas, ignorando a estética e história vampiresca e focando no movimento conjunto de filme/livro/comunicação/construção de celebridades, tem um formato bem feito. Um Anne Rice ultra teen (emo pacas) mas pra esse público funcional. Tá, eu to tentando elogiar, mas tá foda. É uma merda. Estaca no peito desses trecos purpurinados. Vão procurar um vampiro de verdade.

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