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Quem é o seu Deus?

Uma posição radicalmente ateista pode até significar que sua vida é uma corrida rumo ao esquecimento ― mas ao menos você pode fazer isso com estilo. Como você se comporta hoje, o que você faz com cada momento, como você explora os talentos e as oportunidades à sua disposição são coisas muito mais importantes para um ateu genuíno do que para os devotos mais religiosos. Longe de perder o sentido, o que você faz nesta vida subitamente torna-se incrivelmente importante, já que você só tem essa única possibilidade de fazer a coisa certa, de mudar alguma coisa, de contribuir de alguma forma para aqueles que você ama ou que seguirão seus passos.

O Guia do Mochileiro das Galaxias

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Autor:

Fábio Ricardo é jornalista blumenauense apaixonado pelo mundo digital, por inovação e por histórias pra contar. Acha que a vida é melhor cercada de gatos, em cima de uma Harley, com uma caneta na mão e uma cerveja em cima da mesa.

6 comentários em “Quem é o seu Deus?

  1. Ler trechos assim me fazem pensar e repensar se a gente precisa mesmo de uma religião certa na vida, se é possível viver sem frequentar um templo que julgamos ter alguma ligação com o espiritual ou se isso tudo que nós vivemos, essa vida louca e agitada (ou não) é somente o que nos resta e se no final tudo vai ser só escuridão.

    Também me faz pensar em reler esse livo.

    ;*

  2. Ateísmo ainda dá medo nas pessoas.

    Por isso elas preferem dizer que ainda acreditam em um “treco universal” ou alguma “espiritualidade” obscura, mesmo quando sua religião tradicional vai para o espaço.

    Ou então dizem “não sou ateu, sou agnóstico!”. Se pensassem um pouquinho mais, veriam que ambos são falhos (o ateísmo na teoria e o agnosticismo na prática) e complementares. Agnosteu? Ategnóstico? Prefiro ficar com o nome mais usual.

    E como escreveu o camarada, o ateu (mesmo o “kit completo”: cético-materialista-ateu) vê tanto ou mais sentido na vida que um religioso. E no fim dela, é claro.

  3. Sempre fui um cara que criticou a religião. Católicos, pelo conservadorismo. Evangélicos, pela exploração de fieis. Ilsâmicos, pelo radicalismo. E por aí vai…

    Ainda assim, não tenho plena certeza da não-existência de um Ser maior. Geralmente, quando tudo leva a crer que não há nada superior a nós, acontece algo que de certa forma alimenta minha fé.

    Por isso, dou ouvidos a todos – desde que estes sejam moderados, é lógico. Já fui a igrejas Católicas e Evangélicas, bati papo com Hare Krishna, participei de discussões ateístas, li textos agnósticos…

    Talvez eu morra sem ter convicção alguma. E por que isso haveria de ser tão ruim? São as dúvidas e os problemas que fazem o ser humano pensar e evoluir.

    Já diria Desdmond Hume: see you in another life, brother! ;)

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