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Dica de app: Snapchat e Periscope

Uma dupla de peso que tem tudo a ver com os dados que foram apresentados pelo Hootsuite. O mundo digital está ficando cada vez mais mobile, com cada vez mais utilização do celular e esquecendo do computador pessoal, que fica mais pro uso profissional mesmo.

Tanto o Snapchat quanto o Periscope trabalham com a ideia de captar os momentos através de vídeos ou fotos e enviar em tempo real para seus amigos.

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No Snapchat você pode enviar fotos ou vídeos de até 10 segundos para seus amigos, e depois eles se autodestroem. É a informação instantânea e perecível. Tem que ver na hora que depois ela já acaba.

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Já o Periscope abre uma espécie de programa de televisão ao vivo, em que você vira o apresentador e todos os outros viram telespectadores, podendo comentar em texto e fazer perguntas que você responde no ar, ao vivo.

Ambos os aplicativos vêm sendo muito bem utilizados por professores, palestrantes, especialistas e formadores de opinião, pois oferecem uma forma direta e simples de se conectar diretamente com o seu público para dizer o que você tem a dizer para eles.

Vale a pena baixar (são gratuitos) e aprender a usar: podem ser muito úteis em breve.

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Hootsuite libera novos números das mídias sociais no mundo

A Hootsuite trouxe uns números atualizados sobre as mídias sociais no mundo que são bem legais de dar uma olhada e ter uma noção de como estão as coisas agora e o que vem por aí.

De acordo com o site, 58% da população adulta mundial está no Facebook. Isso contando num geral, desde os países mais desenvolvidos da Europa até os mais pobres da África. Com esse mesmo cálculo, 21% estão no Instagram e 19% estão no Twitter.

Se há alguns anos o Twitter bombava, agora a gente já vê que ele foi passado pra trás pelo Instagram.

Mas quem vem surpreendendo mesmo é o Snapchat! Pouco conhecido por usuários mais antigos, domina a molecada. 57% dos jovens entre 16 e 24 anos já está no Snapchat, isso é mais do que o Facebook!

E o negócio agora é se jogar na produção de vídeos… os estudos mostram que até 2019, 80% do tráfego digital será gasto em vídeos.

Além do vídeo, outra coisa é pensar sempre que seu público não usa mais o computador, e sim o celular pra usar as redes sociais. 65% das visualizações do Facebook são mobile. Pro Youtube são 50%. E pro Twitter esse número é ainda maior, são 90% das visualizações feitas pelo celular.

 

Resumindo: hora de se jogar na produção de vídeos, que serão assistidos pelo celular e que devem ser publicados no Facebook!

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BluCaronas

 

Com a semana sem ônibus causada pelo cancelamento de contrato com o Consórcio Siga, aqui em Blumenau, já tá rolando a hashtag #CaronaSolidária e até mesmo um site, o http://www.blucaronas.com.br/, que também tem página no Facebook, que ajuda o povo a se organizar e pedir ou dar carona.

Fica a dica para quem quer ajudar os vizinhos, ampliar os contatos, ou pedir aquela ajudinha pra ir ao trabalho enquanto a nova empresa não assume.

 

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aulas do fabrito – novo blog

Vez ou outra paro pra me perguntar se existe alguém que tenha mais blogs do que eu. Não digo alguém que administra diversos blogs de clientes, mas alguém que já tenha criado mais blogs pessoais mesmo.

Desde 2001, já foram mais de 50 blogs criados e atualizados por mim, dos mais diversos assuntos que se possa imaginar: gastronomia, aquarismo, motociclismo, entretenimento, literatura, jornalismo, blogs profissionais, pessoais, para meus animais de estimação e até para a minha casa.

Pois agora tenho um novo blog: para meus alunos.

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O aulasdofabrito.wordpress.com vai reunir materiais produzidos por meus alunos da faculdade, vai trazer divulgação de palestras ou cursos que eu vá ministrar, vai servir para informações importantes referentes às aulas e para discussões sobre educação. E vai ter até página no Facebook!

Se tiver interesse em descobrir o que vem sendo produzido pelo futuro da comunicação blumenauense, dá um pulo lá!

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Oi! Meu Nome é Renata e “nós” somos a Infusorina ♥

Nova colunista do Guia do Gastrossexual Blumenauense, a Renata é uma apaixonada por chás.

Guia do Gastrossexual Blumenauense

Nove do nove de mil novecentos e oitenta e seis (09/09/1986), as nove e dezenove, no nono andar, entre dez crianças nascidas naquele dia, eu fui a unica menina de nove meninos… Meu avô ficou tão feliz com o acontecimento que encheu o andar da maternidade de bombons – daqueles Sonho de Valsa, sabem? E recebi meu nome: Renata Acácia Gomes. Acácia é uma flor, uma árvore. A árvore sagrada do Egito. E Renata quer dizer renascida. E eu até gosto do numero nove, mas nunca gostei de apostar. Sempre que me senti útil apostando, naquela rifa da igreja, do amigo, do mercado, nunca ganhei. E hoje entendo que nunca ganhei porque nunca precisei. De uma bicicleta a mais, de uma televisão a mais, de um carro que não me seria útil, quem nunca foi tão otimista assim? Segui crescendo contente, me descobrindo, descobrindo os outros, desbravando o mundo. Vivi…

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Meu avô me ensinou

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Quando eu era criança e visitava meu avô, era muito comum que ele me levasse com ele para fazer tudo o que ia fazer. O que não era muita coisa, é justo dizer. Consistia basicamente em assistir documentários sobre a vida animal na TV, consertar uma torneira pingando ou contar e separar meticulosamente todos os pregos e parafusos das milhões de caixinhas cheias de pregos e parafusos que ele mantinha em um rancho nos fundos de sua casa.

Mas tem uma coisa que ele sempre fazia e me levava junto, que era um ritual de paciência e dedicação que sinto muita saudade de acompanhar. Vô Mário pegava uma banquetinha baixa de madeira e uma chapa fina de metal enferrujado dobrada ao meio. Eu nunca entendi para o que servia aquilo até o dia em que ele me levou junto para me sentar no meio fio na beira da estrada de paralelepípedos e me entregou um daqueles artefatos estranhos.

Ele se inclinava sobre os paralelepípedos e começava a raspar pacientemente o mato que crescia entre duas pedras. Eu olhava sem entender. Lembro de levantar a cabeça e ver aquele mar de paralelepípedos e pensar que ele não ia conseguir terminar aquilo tudo nunca. Ao terminar o final da rua, o começo da rua já estaria cheio de mato de novo. Por que ele estava fazendo aquilo?

Mas logo me vi lá, ajoelhado na beira da estrada arrancando o mato que nascia entre os paralelepípedos. E aquela foi uma lição e tanto pra mim. Uma lição de vida. Um aprendizado sobre fazer a minha parte, sobre amar a minha cidade, sobre ter paciência na busca por meus objetivos e sobre não esperar que outra pessoa venha fazer o que eu mesmo posso fazer.

Quando vejo os jovens se reunindo e acolhendo praças, abraçando uma vida mais humana, sendo cem em um dia, pedalando, se doando, se amando… lembro do vô Mário. Vejo cada um destes garotos e garotas como se eles estivessem raspando o mato que cresce entre os paralelepípedos. Não porque é a obrigação deles. Não porque são pagos para isso. Porque eles querem fazer a sua parte, amam a cidade, têm paciência para buscar seus objetivos e não esperam que outra pessoa vá fazer o que eles mesmos podem fazer. Obrigado por isso.