O papo começou com a Marina Melz e terminou com o Giovanni Ramos. E eu, encucado, resolvi brincar um pouco e montar a minha equipe dos sonhos do jornalismo blumenauense. Pensei em como seria uma estrutura interessante de um jornal impresso, diário, em Blumenau. Não tenho muito interesse em criar um veículo nestes moldes na cidade, acho que é um formato já antiquado. Mas se eu fosse construir o meu jornal dos sonhos, ele teria esta equipe aqui:
EDITORA CHEFE
Danielle Fuchs
EDITORA EXECUTIVA
Letícia da Silva
EDITOR ONLINE
Evandro de Assis
EDITORIA DE GERAL/COMUNIDADE
Editor: Giovanni Ramos
Repórteres: Rafael Waltrick + Henrique Zanotto + Magali Moser + Everton Siemann
EDITORIA DE POLÍTICA
Editor: Alexandre Gonçalves
Repórteres: Rodrigo Pereira + Mariana Paula
EDITORIA DE ECONOMIA
Editor: Carlos Tonet
Repórteres: Rodrigo Pereira + Daiane Costa
EDITORIA DE CULTURA
Editor: Fábio Ricardo
Repórter: Carol Passos
EDITORIA DE ESPORTE
Editor: Rodrigo Braga
Repórteres: Paola Loewe + Fernando Arruda
EDITORIA DE ARTE
Editor: Ricardo Kuhl
Diagramadores: Aderlani Furlaneto + Rômulo Micael + Guilherme Faust
Fotógrafos: Patrick Rodrigues + Rafaela Martins + Daniel Zimmermann
COLUNISTAS
Fabrício Wolff (Pitacos)
PC (Esporte)
Murilo Baca (Automóveis)
Francisco Fresard “Pancho” (Economia)
Denis Pacher (Chargista)
Hora das explicações.
Essa equipe é extremamente jovem (tirando o Gonçalves, o Tonet e o Wolff – rá, sacaniei) e seria arriscado criar um jornal com este plantel. Ainda assim, acho que é justamente disso que o jornalismo de nossa região precisa: inovação. Fugir do feijão com arroz que é produzido há tanto tempo e copiado por todos os novos jornais que abrem na cidade. Por isso, me apoiei em pessoas que já vi trabalhando e reconheço a capacidade não só profissional, mas também a de ter boas ideias e reinventar o jornalismo.
Começando do topo, Danielle Fuchs como Editora Chefe do jornal. Dani é editora da Mundi Editora, tem uma grande experiência no cargo e trabalha muito bem. Tem o pé no chão mas gosta de fazer a diferença. De vez em quando se revolta com algo que não sai como ela queria. Para coordenar a equipe e filtrar estes ataques de fúria, nada melhor do que Letícia da Silva.
Letícia é editora de Geral do Santa. É nova e inteligente, tem uma grande capacidade em ver além do superficial e em coordenar equipes. Seria importante tanto para organizar pautas quanto formatar as capas do jornal, por exemplo. Seguindo esta linha, seu parceiro de Santa Evandro de Assis, que hoje coordena as editorias de Política e Economia, seria transformado em um editor de Webjornalismo. Com alguém trabalhando especificamente para o conteúdo online, o site do veículo ganharia força e poderia fugir básico de copiar conteúdo do jornal impresso. Sei que nossa realidade blumenauense não permitiria uma equipe completa de online. Por isso, o editor utilizaria os repórteres do impresso.
Chegamos às editorias:
No Geral, o foco seria uma visão bem “comunidade”. Para campos mais amplos, já temos a internet. O impresso teria que buscar pautas no ponto de ônibus, na fila da padaria, falar a voz da comunidade. E não vejo este perfil em nenhum dos editores de Geral da cidade. Por isso escalo Giovanni Ramos, mentor do Controversas e repórter do Correio do Povo. Já mostrou com seu site que consegue buscar pautas bem populares. Na equipe de reportagem, Rafael Waltrick (grandes reportagens é com ele mesmo), Magali Moser (a voz da favela, hehe), Henrique Zanotto (tem uma identidade muito forte junto à comunidade) e Everton Siemann (o repórter mais chato da cidade, que cutuca até arrancar a notícia).
Em Política, o grande Alexandre Gonçalves, da RIC Record, é nome certo. Em seu blog ele mostra que trabalha este assunto como nenhum outro. Para auxiliá-lo nesta questão, Rodrigo Pereira, mentor do Análise em Foco, funcionaria como uma mistura de repórter e editor assistente, com liberdade para fazer as principais entrevistas tanto de Política quanto de Economia. Mariana Paula, também da RIC completa o time, focando o relacionamento pessoal com as personalidades políticas da cidade (Everton Siemann ainda seria muito útil em matérias junto à Câmara de Vereadores).
Na editoria de Economia temos Carlos Tonet, do Noticenter, que já tem muito chão percorrido no universo do jornalismo econômico. Ele teria à disposição, além da experiência de Rodrigo Pereira, a repórter Daiane Costa, que sempre realizou um bom trabalho no Santa.
A Cultura ficaria a cargo deste que vos fala, Fábio Ricardo, relembrando os tempos de Folhetim, quando o caderno cultural da Folha de Blumenau ainda trabalhava de verdade os temas locais, fugindo da programação de TV. E a força da editoria estaria justamente nas mãos habilidosas de Carol Passos, ex-Santa e atual Nanu!, a melhor repórter de Cultura da cidade.
Para falar de Esporte, nada melhor que Rodrigo Braga, que já cumpre essa função no Santa, acompanhado de sua ex-repórter Paola Loewe, que acabou de se mudar para o DC, e de Fernando Arruda, ex-Diarinho e que hoje faz parte da equipe do Santa no litoral.
O corpo editorial é esse. Completando a equipe ainda temos:
Ricardo Kuhl (ex-editor de arte da Mundi, atual Ferver Comunicação) liderando a editoria de Arte. Sob o comando dele, três habilidosos das artes gráficas: Aderlani Furlaneto (Santa), Rômulo Micael (R2 e Viax Educação) e Guilherme Faust (Mundi Editora). Para captar as imagens, a fotografia de Patrick Rodrigues, Rafaela Martins e Daniel Zimmermann (os dois primeiros do Santa, lapidando o Daniel do Análise em Foco).
Chamaria ainda Fabrício Wolff para manter uma coluna de Pitacos no estilo “Ponto Final” da Folha, PC para comentar o Esporte local, Murilo Baca (do Análise em Foco) para uma coluna de Automóveis junto aos Classificados e Francisco Fresard, o Pancho, para uma coluna nos moldes da que ele já mantém no Santa, apenas com uma liberdade maior de assuntos a serem tratados. Denis Pacher enviaria diariamente suas charges fantásticas.
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O corpo do jornal tem 25 profissionais trabalhando diariamente no veículo, e ainda contaria com os cinco colunistas que poderiam mandar sua participação. A forma de fazer o jornal é outro papo, aqui está apenas a equipe.
Diz aí, quem você chamaria que eu não chamei? No lugar de quem?
Aderlani Furlaneto